Descrição
“Evola‑se, deste Cavando no Dia o Mar, uma ternura discreta, uma espécie de plangente toada sobre a existência, sobre o mundo, sobre a experiência pessoal do próprio autor – e tudo isto reinventado, remanejado, remanchado com palavras muito belas, com expressões, músicas, harmonias e luminosidades…”
Baptista Bastos






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