Descrição
“No meio do terraço havia um pau, como de pelourinho. Ó Deus, nele estava para nosso espanto, as mãos amarradas e um olhar triste que nunca vou esquecer, o nosso Eduardo, torso nu… Com um ar de lobo mau, o avô que Deus tem, mangas de camisa arregaçadas, brandia um belo e austero cavalo marinho de couro negro… e zurzia o moleque.”…






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